quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Deputado Afonso Hamm destaca Dia Nacional do Extensionista Rural


O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) parabenizou os extensionistas rurais pela data do dia 6 de dezembro. O Dia Nacional do Extensionista Rural foi instituído pela Lei 12.386, de 2011.


Hamm, que é coordenador da região sul do país da Frente Parlamentar da Extensão Rural, destaca a importância destes profissionais que trabalham para o desenvolvimento econômico e social do produtor rural e de sua família, com ênfase nos agricultores familiares. “Cabe a estes profissionais o ensino do manejo técnico e a instrução de novas metodologias que acabam por renovar o conceito da agricultura brasileira”, enfatiza.

O deputado recorda da experiência que teve como diretor administrativo da Emater/RS que lhe deu a condição de defender o extensionista rural, que é o professor, o orientador e que trás o suporte social a família do agricultor, melhorando a formação de novas diversidades e diversificação produtiva, melhoria da renda e qualidade de vida dos que vivem no campo. “A ação do extensionista rural vai muito além da difusão de conhecimentos técnicos específicos, inserindo-se também nas questões ambientais, sociais, de comunicação e de facilitador do acesso da população rural às políticas públicas, fazendo da extensão rural um instrumento para a construção de um estado com mais justiça social”, detalha.

Defesa

Em todo o Brasil existem cerca de vinte mil extensionistas rurais, presentes em mais de cinco mil municípios, trabalhando pela melhoria da qualidade vida de milhões de brasileiros que vivem no campo.

No Congresso Nacional, Afonso Hamm atuou intensamente para o aperfeiçoamento e a aprovação do Projeto de Lei que instituiu a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER). Também lutou na defesa do reconhecimento do trabalho social e assistencial de caráter filantrópico da Emater do Rio Grande do Sul com vistas a obter a isenção das contribuições sociais e trabalhistas. “Alcançamos nosso objetivo com a certificação da entidade até março de 2017, quando trabalharemos pela sua renovação”, comemora.


Afonso Hamm presta homenagem à extensão rural durante Sessão Solene


 
 
O plenário da Câmara dos Deputados foi palco na quarta-feira, dia 10, da Sessão Solene em homenagem aos 66 anos da extensão rural e ao dia do extensionista rural. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que é coordenador na região sul da Frente Parlamentar da Extensão Rural e já foi diretor administrativo da Emater/RS, participou do evento.

Na oportunidade, Afonso Hamm parabenizou o deputado federal Zé Silva (SD-MG), proponente desta Sessão Solene, que presta homenagem pelos 66 anos da Extensão Rural brasileira, e, dia do extensionista rural.

Hamm salienta que a extensão rural constitui um instrumento de importância vital para o desenvolvimento da atividade agropecuária nacional, especialmente para a agricultura familiar. “Parabenizo estes profissionais que são responsáveis pelo desenvolvimento econômico e social do produtor rural”, ressalta.

O parlamentar enfatiza que a ação do extensionista rural vai muito além da difusão de conhecimentos técnicos específicos. Eles trabalham pela melhoria da qualidade vida de milhões de brasileiros que vivem no campo.

Também tem resultados positivos nas questões ambientais, sociais, de comunicação e de facilitador do acesso da população rural às políticas públicas, fazendo da extensão rural um instrumento para a construção de um estado com mais justiça social.

Durante a sessão solene foi realizada homenagem aos Extensionistas Destaques pela Frente Parlamentar da Assistência Técnica e Extensão Rural da Câmara dos Deputados. O Rio Grande do Sul foi representado pelo extensionista destaque: Dolphe Pinheiro Machado Neto.

Cai fatia de brasileiros que compram imóveis para investir, diz FipeZap

De acordo com o site G1 de São Paulo, no 3º trimestre, 20% dos compradores alegaram investimento.

No mesmo período de 2013, participação de investidores era de 41%.


A proporção de pessoas que compram imóveis para investir caiu 21% no início do 2º semestre, contra o mesmo período do ano passado, mostrou a pesquisa "O Raio-X FipeZap: Perfil da demanda de imóveis do 3º trimestre de 2014", divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Zap, em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
Apenas 20% dos que declararam terem comprado um imóvel entre julho e setembro de 2014 o fizeram para investir. No trimestre anterior, esse percentual era de 39% e no 3º trimestre de 2013 foi de 41%.
De acordo com o estudo, uma possível explicação para o resultado é a diminuição do otimismo com relação ao preço dos imóveis. Entre abril e junho desse ano, 20% daqueles que se declararam interessados em comprar imóvel no curto prazo acreditavam que os preços dos imóveis subiriam acima ou muito acima da inflação nos próximos 10 anos.

No 3º trimestre, esse percentual caiu para 16%, enquanto aumentaram tanto a parcela de quem espera que os preços acompanhem a inflação quanto daqueles que esperam que a inflação suba mais do que os preços dos imóveis na próxima década.
Em relação aos descontos, houve um pequeno aumento no percentual médio obtido por quem comprou um imóvel no 3º trimestre de 2014. Foi em média de 7,5%, comparado a 7,0% no trimestre anterior e 5,5% no mesmo trimestre de 2013.
Imóveis residenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro
Usados têm preferência
A maioria (60%) dos compradores de imóveis nos últimos 12 meses optou por usados. Porém, metade dos que pretendem comprar algum imóvel nos próximos três meses declarou indiferença entre novo ou usado. Outros 36% fazem questão de comprar usados e 14%, novos.
Participação de investidores

Entre os que adquiriram um imóvel no último ano, 41% pretendem morar sozinhos, 10% dividirão o espaço com outra pessoa e 7%, cederão para terceiros. Outros 42% compraram para investir em aluguel ou revenda nos últimos 12 meses, mostrou a pesquisa.
Descontos mantêm patamar
Os descontos obtidos na compra de imóveis não variam significativamente ao longo do tempo. No 3º trimestre de 2014, eles foram de 7,5%, contra 7,0% no trimestre imediatamente anterior.
Por outro lado, 32% dos compradores declararam não ter conseguido qualquer redução de preço. A média desde o início do ano passado é de 6,6%. Os maiores descontos, em percentuais, foram observados nos imóveis de maior valor.
A maior faixa de desconto, de 8,7%, ficou entre imóveis com valor de R$ 501 mil a R$ 1 milhão. Já os bens com valor entre R$ 301 mil a R$ 500 mil tiveram redução de 6,4% no preço original da compra, e abaixo de R$ 300 mil, o desconto foi de até 300 mil.


Emplacamento dos tratores agrícolas

Discurso do Deputado Federal Afonso Hamm
Foto: EMPLACAMENTO DOS MAQUINÁRIOS AGRÍCOLAS - Acabo de manifestar no plenário da Câmara dos Deputados, a preocupação do setor agrícola em relação ao registro e licenciamento de máquinas agrícolas, que deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2015. Essa resolução é burocrática, desnecessária e onera o pequeno produtor rural.

Emplacamento dos tratores agrícolas


Senhor Presidente, Senhores Deputados e Senhoras Deputadas, Venho a esta tribuna para relatar a preocupação do setor agrícola em relação ao registro e licenciamento de máquinas agrícolas, que deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2015. O maior impacto será sobre o trator, principal veículo usado no campo. Nesta data, começará a ser cobrado pelos órgãos de fiscalização o registro e licenciamento de veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas. É importante relatar, que o PL 3312/2012, de autoria do deputado Alceu Moreira, e que teve nosso apoio, veio ao encontro dos anseios do setor agrícola e suas necessidades de redução de custos em todas as frentes. Essa proposta isentava “veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas” de emplacamento, licenciamento e IPVA. Infelizmente, a presidente da República vetou o projeto. E, na última semana votei pela derrubada do veto, no entanto, por decisão da maioria o veto foi mantido. O cumprimento dessa norma vai causar grandes transtornos para os agricultores, pois muitos deles adquiriram ou pretendem adquirir veículos usados, com muitos anos de serviço, cuja documentação acabou sendo extraviada. Para esses produtores, a exigência do Código de Trânsito Brasileiro causa prejuízos consideráveis, pois uma vez que ficam proibidos de utilizar suas máquinas deixam de cultivar ou perdem a colheita. Isso interfere negativamente não só na renda familiar, mas no desenvolvimento de propriedades agrícolas de certo porte, que já não contam com tantos trabalhadores braçais e não sobrevivem sem a mecanização. No momento em que o País se empenha em expandir o seu crescimento econômico, não nos parece coerente desequilibrar o setor agrícola com exigências burocráticas. Tendo em vista que as máquinas agrícolas têm sua fundamental utilização no labor do campo e que o seu tráfego em vias públicas ocorre esporadicamente, no estrito trajeto necessário para deslocar-se de uma propriedade a outra, o registro e licenciamento desses equipamentos são dispensáveis. Por outro lado, temos de admitir que eles não trazem significativos ganhos para o controle e a organização do trânsito no País, uma vez que as máquinas agrícolas representam um percentual irrisório do total da frota de veículos automotores do País. Portanto, essa resolução torna burocrático o processo, é desnecessária e onera o produtor, ainda mais diante da possibilidade de os Estados cobrarem IPVA, os produtores terão que ter a carteira de habilitação. Neste sentido, queremos flexibilizar e reestabelecer as condições competitivas do setor agrícola. Inclusive, um estudo feito por uma empresa de consultoria mostra que, a partir de 2015, só com a frota de mais de 50 mil tratores que serão adquiridos pelos agricultores, a arrecadação será de mais de 241 milhões de reais. Sendo o que tinha para o momento peço que seja veiculado na Voz do Brasil e demais meios de comunicação da casa. Era o que eu tinha a manifestar. Deputado Federal Afonso Hamm





Deputado manifesta preocupação em relação ao emplacamento dos tratores agrícolas


O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) manifestou na tribuna da Câmara dos Deputados, a preocupação do setor agrícola quanto ao registro e licenciamento de máquinas agrícolas, que deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2015. Nesta data, começará a ser cobrado pelos órgãos de fiscalização o registro e licenciamento de veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas.
 Na opinião de Hamm, a exigência do Código de Trânsito Brasileiro causa prejuízos consideráveis, pois uma vez que ficam proibidos de utilizar suas máquinas, deixam de cultivar ou perdem a colheita.

Hamm ressaltou que o PL 3312/2012, de autoria do deputado Alceu Moreira, e que teve seu apoio, isentava “veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas” de emplacamento, licenciamento e IPVA. “Infelizmente, a presidente da República vetou o projeto. E, na última semana votei pela derrubada do veto, no entanto, por decisão da maioria o veto foi mantido”, argumenta Hamm ao enfatizar que no momento em que o País se empenha em expandir o seu crescimento econômico, não é coerente desequilibrar o setor agrícola com exigências burocráticas e que também aparecem outras implicações como a exigência da carteira de habilitação e cobrança do IPVA.

De acordo com o parlamentar, é importante o Contran, prorrogar esse prazo que já inicia em janeiro do próximo ano, em pelo menos por 180 dias. Com o prazo prolongado será possível articular um novo projeto de lei. “Queremos flexibilizar essa decisão e reestabelecer as condições competitivas do setor agrícola”, opina o deputado ao salientar que essa resolução onera, torna o processo burocrático e é desnecessária.
Leia o Discurso do Deputado Federal Afonso Hamm

Emplacamento dos tratores agrícolas

Senhor Presidente, Senhores Deputados e Senhoras Deputadas, Venho a esta tribuna para relatar a preocupação do setor agrícola em relação ao registro e licenciamento de máquinas agrícolas, que deve começar a valer a partir de 1º de janeiro de 2015. O maior impacto será sobre o trator, principal veículo usado no campo. Nesta data, começará a ser cobrado pelos órgãos de fiscalização o registro e licenciamento de veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas. É importante relatar, que o PL 3312/2012, de autoria do deputado Alceu Moreira, e que teve nosso apoio, veio ao encontro dos anseios do setor agrícola e suas necessidades de redução de custos em todas as frentes. Essa proposta isentava “veículos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas” de emplacamento, licenciamento e IPVA. Infelizmente, a presidente da República vetou o projeto. E, na última semana votei pela derrubada do veto, no entanto, por decisão da maioria o veto foi mantido. O cumprimento dessa norma vai causar grandes transtornos para os agricultores, pois muitos deles adquiriram ou pretendem adquirir veículos usados, com muitos anos de serviço, cuja documentação acabou sendo extraviada. Para esses produtores, a exigência do Código de Trânsito Brasileiro causa prejuízos consideráveis, pois uma vez que ficam proibidos de utilizar suas máquinas deixam de cultivar ou perdem a colheita. Isso interfere negativamente não só na renda familiar, mas no desenvolvimento de propriedades agrícolas de certo porte, que já não contam com tantos trabalhadores braçais e não sobrevivem sem a mecanização. No momento em que o País se empenha em expandir o seu crescimento econômico, não nos parece coerente desequilibrar o setor agrícola com exigências burocráticas. Tendo em vista que as máquinas agrícolas têm sua fundamental utilização no labor do campo e que o seu tráfego em vias públicas ocorre esporadicamente, no estrito trajeto necessário para deslocar-se de uma propriedade a outra, o registro e licenciamento desses equipamentos são dispensáveis. Por outro lado, temos de admitir que eles não trazem significativos ganhos para o controle e a organização do trânsito no País, uma vez que as máquinas agrícolas representam um percentual irrisório do total da frota de veículos automotores do País. Portanto, essa resolução torna burocrático o processo, é desnecessária e onera o produtor, ainda mais diante da possibilidade de os Estados cobrarem IPVA, os produtores terão que ter a carteira de habilitação. Neste sentido, queremos flexibilizar e reestabelecer as condições competitivas do setor agrícola. Inclusive, um estudo feito por uma empresa de consultoria mostra que, a partir de 2015, só com a frota de mais de 50 mil tratores que serão adquiridos pelos agricultores, a arrecadação será de mais de 241 milhões de reais. Sendo o que tinha para o momento peço que seja veiculado na Voz do Brasil e demais meios de comunicação da casa. Era o que eu tinha a manifestar. Deputado Federal Afonso Hamm

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

SINDICATO ELEGE DIRETORIA

Os servidores municipais de Jacutinga reuniram-se na noite do dia 09 de dezembro para na assembléia convocada pela diretoria do SISPUMUJA (SIndicato dos Servidores PÚblicos MUnicipais de JAcutinga) eleger a nova direção da entidade da categoria, bem como tratar de outros assuntos de interesse dos municipários.

Foi aprovada na ocasião alterações no estatuto social do sindicato visando adequações com a legislação vigente.
     A assembléia foi registrada pela secretária Cleonice Centofante, que também conduziu os trabalhos da comissão eleitoral, que anunciou a eleição da seguinte equipe de trabalho:          Presidente:  CARLOS ALBERTO BORDIN,    Vice Presidente:  RONALDO BORDIN, 
                     1º Secretário:  PATRICIA NAZZARI,  2º Secretário:  IZACLIR SALCHER,  
1º  Tesoureiro:  OLERI BELUSSO,  2º Tesoureiro:  IVALINO CARRARO. 
  Conselho Fiscal:  IVO JOSÉ FACCHI, ALERI TOMAZIN e REGINALDO BELUZZO. Suplentes do Conselho Fiscal: ONAILDA SOSTER BIAZIN, ROSMARI TOMAZINI e NATALINO DA LUZ,   que assumiram  compromisso de avançar nas conquistas. É o SISPUMUJA ao lado do municipário
 A prestação de contas do período foi realizada e uma cópia foi distribuída aos associados 
visando demonstrar o trabalho realizado, as iniciativas e os resultados obtidos.

O tesoureiro Oleri Belusso fez a apresentação do demonstrativo financeiro, apresentando as movimentações dos recursos obtidos, onde foi aplicado e o recursos disponíveis.

 Em sua manifestação o presidente reeleito Beto Bordin fez um relato das Propostas e Lutas lideradas pelo sindicato em prol  do servidor e associado;  enfatizou que as ações são unicamente desencadeadas em prol da categoria, veja o relato ao longo deste mandato.
·                      Solicitação do repasse de R$:4.000,00 (cobrança de uma espécie de aluguel)  visando ressarcir parte das despesas de recuperação do prédio do sindicato utilizado por mais de 5 anos pela municipalidade com a finalidade de depósito de materiais, instalação de pequenas empresas e moradia. E agora cedido ao CRASS para cursos. 
·                    Proposta de VALORIZAÇÃO do QUADRO FUNCIONAL dos SERVIDORES MUNICIPAIS de JACUTINGA. Plano de carreira para todos os servidores a exemplo do plano do magistério. a sugestão da criação de uma legislação para valorizar quem busca conhecimento (plano de carreira), estimulando a qualificação do quadro efetivo com valorização da categoria, com respeito e dignidade aos que se dispõe a atender com mais eficácia sua função.
·                    Incluir a valoração do vale alimentação; valor nominal  por dia, não somente no          índice de correção anual (desvinculação da correção anual). E agora pedindo R$: 150,00 por mês. Foi proposto visando a valoração deste vale alimentação, um estímulo ao servidor que cumpre suas atividades sem falhas, valorizando assim seu trabalho. 
·                    Concessão de férias igual para todos, que possa de acordo com o interesse da administração e de interesse do servidor usufruir o período de gozo das férias, nos meses de janeiro e fevereiro.
·                    Pagamento de 1/3 férias antes do gozo destas; no caso de determinados servidores só obter o percentual de 33% no final do período em questão.
·                    Criação da letra ¨F¨ no plano de carreira. Possibilitar a discussão do acréscimo de mais uma classe no plano de cargos e funções; já que o tempo de carreira do servidor tende a ser ampliado visando sua inativação (devido a legislação previdenciária).
·                    Assédio moral. Que o servidor tenha respeitado seu direito de exercer as funções pertinentes ao seu cargo, garantindo assim a não exorbitância do seu chefe imediato no que tange as funções e o respeito com os servidores, para que de comum acordo possa exercer atividade além da prevista.
·                    Participação e discussão com os servidores e a administração na Proposta  que estabeleceu regras para a compensação de horas extras.
·                   Festa do dia do servidor com jantar baile e distribuição de um presente – pequena lembrança a todo associado e sorteio de brindes.
·                   Solicitamos estudo e encaminhamentos quanto a questão da insalubridade para os servidores que tenham direito.
·                   Apoio aos servidores quando procuraram o Sindicato por questões trabalhistas ou outras situações, e sempre encontraram atenção e apoio deste instrumento de luta em defesa da categoria.
·                    Discussão permantente visando uma reposição salarial anual mais digna e que valorize os servidores.
·           Dispor dos recursos do Sindicato para Empréstimos e auxílio aos sócios em caos que de fato haja a necessidade (geralmente  casos de saúde).

São algumas das iniciativas que foram empreendidas neste período e que contaram com a atuação e o empenho desta diretoria, visando atender aos anseios do associado SISPUMUJA e cumprir com o papel de nossa entidade de classe que é estar ao lado e na defesa do colega servidor público .
            Foi destacada a atuação sempre presente da diretoria: 2011/ 2014 que teve e seguinte composição:    Presidente:  CARLOS ALBERTO BORDIN  -  Vice Presidente:  ALBANI MÜLLER
1ª  Secretária:  CLEONICE CENTOFANTE  -  2º Secretário:  IVO JOSÉ FACCHI
 Tesoureiro:  OLERI BELUZZO -  Conselho Fiscal:  DIRCEU TORTELLI , CELESTINO TORTELLI, ANGELO PERREIRA e CLEUSA LANZANA.
             
    O presidente agradeceu muito aos membros que participaram da gestão que se encerra lembrando que os servidores JOEL  PEDOTT , ARQUIMINO MONTEIRO e EDSON TORTELLI iniciaram o mandato juntos e por motivos eleitoral ( Joel e Monteiro eleitos vereador) e o Edson saiu da Prefeitura por isso não concluíram o mandato conosco. Porém enalteceu a atuação de todos que empenharam-se para as conquistas dos bons resultados assim avaliados, e convocou a nova direção para dedicar-se no intuito de desenvolver um trabalho de acordo com os anseios dos associados, assumindo o compromisso de estar sempre ao lado e do servidor na luta por conquistas que sejam benéficas e por justiça para o servidor municipal.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014