terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O dia que todos deviam ir pra rua.

Apesar de expressiva presença popular. 
O número esteve bem aquém do esperado. 
A convocação via redes sociais não mobilizou da forma esperada. Dia 13 era a data pra tirar o 13 do poder. 
Quem foi, se mobilizou, gritou, fez sua parte. 
Mas o momento é de descrédito, onde o presidente da câmara dos deputados e o  presidente do senado passam por uma enorme crise de credibilidade.
Razões estas que infelizmente desmotivam o cidadão a sair pra rua e pedir o impedimento da líder da nação. 
Por sinal uma  líder que já não tem mais liderados.
Nossa presidente não consegue mais reunir gente ao seu lado, aliás boa parte de seus íntimos contatos já residem sob vigilância policial, seja ano presidio ou alojamentos em delegacias de polícia.
E os demais amigos ou seus colaboradores temem ser visitados pelo famoso e simpático japonês da PF.

O desejo de respeito ao cidadão ainda permanece nas mentes de dos brasileiros. Aguardemos.
 Mas vai dar certo.





segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Chimarrão é óleo sobre tela. Arte pura.

O artista plástico Paulo Roberto Gobo tem seu trabalho exposto na Galeria de Arte do  da Câmara em Brasília, e faz parte das atividades do Centro Cultural Câmara dos Deputados que apresenta a IX  Exposição Arte Cidadã.
Entre outras obras expostas destaco o trabalho do paranaense que homenageia o Chimarrão.
Belas e muito elucidativas peças, é arte moderna, belas pinturas a óleo sobre tela, que retratam a paixão e o dedicado ritual do preparo do mate amargo.
Parabéns ao grande artista.
A seguir registro este trabalho na exposição.


ERVA-MATE QUER UM LUGAR DE DESTAQUE NO CENARIO ECONÔMICO.

Um produto consagrado no sul do país devido ao chimarrão. Reconhecido no centro oeste do país pelo sucesso do tereré, e a bebida símbolo da cidade maravilhosa via chá-mate.  São algumas das razões que notabilizam e destacam a erva-mate, que é exportada para mais de 30 países, tem quase 200 propriedades medicinais e geram mais de 700 mil empregos. Razões estas que levaram a reunir-se importantes líderes da cadeia produtiva do  setor ervateiro em Brasília e no ministério da agricultura a câmara setorial da erva-mate discutiu com a participação de outros líderes a estratégia de ampliar a presença da erva-mate na vida sócio econômica mundial. Na oportunidade foi apresentado o projeto de lei que cria a Política Nacional da erva-mate, de autoria do deputado Afonso Hamm, que busca valorizar a qualidade do produto e estimular a produção e industrialização da erva-mate, criando assim uma legislação específica.

SEMANA DECISIVA, PERO, NO MUCHO.

A segunda semana de dezembro, aparentava ser uma das mais decisivas do ano. Isto do ponto de vista do conturbado momento político.  Previu-se que ia pegar fogo. Tendência de der oomento mais quente do ano. ( Apesar que é  ano emblemático. Tudo certo porém, nada certo) A semana inciou com a virada política nacional, e a contundente vitória da oposição na votação que escolheu a chapa que comporá a comissão que analisará o processo de Impeachment. Porém após muita peleia, muita briga de fato, não só verbal, o governo perdeu. Mas no tapetão os governistas congelaram a fervura. Impedindo a continuação dos trabalhos do parlamento nacional. E pra coroar tudo isso a Presidente Dilma em mais uma de suas atrapalhadas manifestações disse que o legislativo não poderia parar o Brasil com tal processo. Porém a seu comando o STF paralisou o Congresso. E daí. Para ou não para. Que semana, que era pra ser o inicio do fim do ano, mas é o início de um Grande imbróglio. Semana que era pra ser quente e congelou.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

HOSPITAL VAI ADQUIRIR MAIS EQUIPAMENTOS HOSPITALARES.

Afonso Hamm destina emenda para Hospital São Judas Tadeu de Jacutinga

O município de Jacutinga está sendo contemplado com nova emenda de autoria do deputado federal Afonso Hamm. Desta vez, o recurso será direcionado para aquisição de equipamentos para o Hospital Beneficente São Judas Tadeu. O Ministério da Saúde - Fundo Nacional de Saúde autorizou o empenho da emenda, no valor de R$ 142.520,00. A indicação da emenda atende a reivindicação das lideranças do Partido Progressista de Jacutinga.
Os recursos serão direcionados para compra de duas poltronas Hospitalar, uma Cama Hospitalar Tipo Fawler Elétrica, um Detector Fetal, três Camas Hospitalar Tipo Fawler Mecânica, um aspirador de Secreções Elétrico Móvel, três Carros de Emergência, quatro Computador (Desktop-Básico), Freezer Comum, três Impressoras Laser (Comum), quatro Mesas de Cabeceira, duas Réguas de Gases (Assistência Respiratória de Parede), quatro Longarinas, quatro Carros de Curativos e duas Lavadoras de Roupas Hospitalar (capacidade até 50 Kg). Além disso, o montante será direcionado para compra cardioversores, dois Ar Condicionado, uma Longarina, uma Balança Tipo Plataforma, uma Centrífuga de Roupas (capacidade acima de 20 Kg), uma Calandra de Baixa Produção (com cilindro de até 2 metros) e uma Geladeira/Refrigerador.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

NO AUTOMÁTICO.

O texto de : Pedro Superti destaca uma lição de vida.

Lições de Marketing: O Quê Você Pode Aprender Com Este Pacote de Balas?
Deixa eu te contar uma história que acabou de acontecer.
Almoçando na PizzaHut do Aeroporto de Guarulhos (sim, só como em lugares saudáveis!), um homem relativamente BEM vestido, aparentando ter seus 27 anos se aproxima e pede "Com licença, você poderia comprar um almoço pra mim? Pode ser o mais barato".
Eu tenho tantos motivos para ser grato na vida, tanta coisa para agradecer, que olhei pra ele por uns 5 segundos e disse "Claro. Pode sentar aqui (mesa ao lado)", pisquei para a garçonete e ela tirou o pedido dele. Ele agradeceu bastante e se foi (pedido para levar).
Cerca de 10 minutos depois um rapaz de uns 17 anos, relativamente MAL vestido vem abordando as mesas, oferecendo chicletes à venda. Quando ele se aproximou da minha mesa, eu quase que no piloto automático disse "Não, obrigado". Ele se foi.
Depois de alguns segundos, caiu a ficha. Porque o primeiro só pediu e já recebeu? Porque o segundo, que não estava pedindo , mas trabalhando (oferecendo algo de valor - chiclete - em troca de algum possível dinheiro) recebeu um não automático?
Percebi que estava errado. Eu estava errado.
Levantei, corri atrás do rapaz e consegui alcançá-lo. Expliquei que queria comprar algo sim. Saquei uma nota de R$10, peguei um pacote de balas e disse que ele poderia ficar com o troco.
O olhar dele brilhou de uma forma, ele quer não acreditou. O semblante dele foi de muita surpresa, como se tivesse ganho um carro, uma casa. Inexplicável. Sério.
Ele então me disse que vendendo balas pois estava juntando dinheiro para comprar um tênis de final de ano, e apontou para o par velho e surrado que estava usando.
Minha garganta apertou. Minha voz engasgou.
Disse para ele que continuasse assim. Que se ele sempre corresse atrás do seu sonho, pagando o preço, teria muito mais do que um par de tênis nessa vida.
Demos adeus e partimos.
Por que eu estou compartilhando esse relato com você?
Enquanto eu sento para escrever esta história, vejo que tem algumas lições que podemos aprender:
1. O poder de uma história.
Se ele tivesse falado do tênis primeiro, se apresentado assim, acho que iria vender MUITO mais. Quantos vezes nós dizemos o motivo real pelo que estamos fazendo as coisas, quando precisamos de alguém faça algo por nós? Se eles comprarem nossa missão, fica muito mais fácil de nos ajudarem.
2. Nosso cérebro perigoso.
Nosso cérebro adora pregar peças na gente. Por que eu disse sim para um não para o outro, de forma quase automática? Muitas vezes nossa primeira reação não é a melhor reação.
3. A importância sair do piloto automático.
Como é importante estamos presentes no que estamos fazendo. Sempre. Ao conversar com alguém. Ao dirigir. Ao tomar uma decisão. Se esta fazendo algo, faça bem feito e de forma consciente, não pode ser no piloto automático.
4. Recompense o trabalho, não o pedido.
Muitas pessoas acreditam que a vida, o universo, os céus, o governos tem OBRIGAÇÃO de nos dar as coisas. Isso não existe. Quem faz por merecer, quem paga o preço, quem corre atrás, esse sim merece os frutos do trabalho. Recompense, estimule, incentive quem está tentando fazer a coisa certa (mesmo que seja a mais difícil). Todos ganham assim.
Segue a foto do resultado desse meu encontro com esse rapaz.







Mas sabe ele que eu sai ganhando MUITO mais de nosso pequeno contato do que ele.
E você? Identificou alguma lição nessa história que eu não tenha visto? Me conte nos comentários, por favor.

TEMPOS DIFÍCEIS.MAS TEM SOLUÇÃO.

Está cada vez mais claro.
Está comprovado via pesquisa eleitoral a incompreensão a insatisfação (só para não ser muito ofensivo)  deste e com este governo que balança e não acerta o rumo.
Eleger culpados para não aceitar o que o povo cobra, é algo que não pode ser aceito.
Não justifica atribuir ao cambaleante presidente Cunha a responsabilidade por iniciar o saudado processo de impeachment.
O denunciado e baleado presidente da Câmara dos Deputados resiste e utiliza as armas que tem, visando continuar seu mandato.
Porém questionar os atos deste processo recém lançado e considerar golpe, é um golpe baixo dos governistas.
Permitam investigar e discutir o que ocorreu.
As falhas já apontadas pelo TCU, a paralisação do país, o desemprego, e o desgoverno estão entre muitas outras razões que estimulam o povo a querer mudança.
Se o Temer não cumprir com seu papel. Faca-se o mesmo.
Se o Cunha não tiver competência ou moral para permanecer, que sejam tomadas as providencias e assim também com o Renan e com quem mais tiver que ser punido pelas suas falhas.
Mas permita-se julgar e fazer justiça.
Enfim precisamos dar um fim a este estado de coisas que nos envergonham de ver e ouvir.


DE NOVO CHEGAMOS DEPOIS - O EFEITO ORLOFF.

Infelizmente inicio este texto com uma palavra que destaca o negativo. 
Mas não podia ser diferente.
Vivemos momentos difíceis e não é por falta de alerta, de discussões e inúmeras comprovações que estamos vivenciando esta cruel crise.
Mas novamente o efeito Orloff será reeditado. 
Novamente, ou quase sempre a Argentina sai na frente e percebe a  necessidade de mudança, a necessidade de fazer diferença e toma a iniciativa.
A liderança que por vezes nos parecia peculiar para o Brasil, agora comprova-se que os hermanos são mais audaciosos e de novo chegamos depois.
A esquerda e o poder de fogo dos Kirchner terminou. 
Na Venezuela no dia ontem, a demagógica politica do Bolivarismo comandada por Maduro dando seguimento ao Chavez afundou.
E novamente não chegaremos ao pódio. 
Está na hora de tomarmos a iniciativa. 
De ocupar um lugar de vanguarda e deixar de seguir os exemplos de nossos vizinhos.
Chega de copiar.