terça-feira, 28 de julho de 2015

CRISE PORÉM AVANÇOS - MESMO QUE ?

Muitos avanços ocorrem mesmo em tempos de atribulações.
Percebe-se por exemplo no campo da legislação, em que tem na Câmara dos Deputados uma instituição disposta a enfrentar grandes desafios, a ainda mais, tem em seu contestado presidente uma disposição em fazer andar o que historicamente leva muito e muito tempo.
Por mais que se questione o papel da casa do povo brasileiro, nossa câmara vem surpreendendo pelo volume de iniciativas e pela disposição em debater temas quentes.
Pode-se dizer que não anda do jeito que precisa, ou melhor do jeito que muitos sonham que deveria ser, mas muitos temas que levam décadas para serem discutidos ou decididos estão a mesa e há a disposição para se tratar.

A opinião: A política, a economia e as instituições

O texto a seguir retrata um pouco do muito que vive nosso país:

As instituições brasileiras nas esferas judiciária, policial e do Ministério Público estão agindo republicanamente, não se curvando a injunções políticas e partidárias

Algumas constatações se impõem. Na crise, o Brasil cada vez se afunda mais. A recente redução do superávit primário de 1,1% do PIB para 0,15 é o reconhecimento de que a mudança pretendida é muito mais difícil e demorada do que se pretendia inicialmente. Na verdade, a equipe econômica foi simplesmente incapaz de reduzir os gastos públicos, dado o inchaço da máquina pública brasileira.
Ocorre que, nos últimos 13 anos, houve um aumento generalizado de gastos sociais, de atendimento a funcionários públicos, de infrutíferos gastos em educação com universidades de baixa qualidade pululando pelo país, além de créditos a estudantes incapazes de fazer uma redação e assim por diante. Tudo evidentemente em nome do social, como se os recursos públicos fossem simplesmente ilimitados, bastava a tal da “vontade política”, que nos levou a esse grande impasse e descontrole da economia em geral.
Tão pesado é esse fardo, essa herança maldita, que a agenda do governo consiste, paradoxalmente, na discussão sobre aumentos salariais, tendo como mote o despropositado aumento de funcionários do Judiciário em torno de 70%. Contudo, não é só isto. Discute-se a eliminação do fator previdenciário, podendo levar a uma quebra de uma Previdência já quebrada. Discute-se, também, o reajuste dos aposentados nos mesmos índices do aumento do salário mínimo, além da inflação. A política petista colhe os seus frutos.
Há um fato incontornável que salta aos olhos. A crise atual está mostrando que o Estado não cabe dentro de sua economia. Gasta mais do que arrecada e, mesmo assim, não consegue oferecer atendimento adequado em áreas tão necessárias como educação básica e saúde. De nada adiantam as bandeiras salariais e os tais de “direitos adquiridos”, pois um dia a realidade se impõe. E ela está se impondo. Pode-se protelar a situação como a Grécia o fez, mas um dia a conta terá de ser paga. Discursos esquerdistas não servem nem mais para o teatro, pois são curtos e de uma dramaticidade lamentável.
Acontece que essa crise econômica possui também um forte componente político que só parece se aprofundar em vez de se encaminhar para o seu equacionamento. E o componente político se torna ainda mais problemático, tendo em vista que os seus atores estão sendo comprometidos em processos de tipo criminal. Ou seja, a crise econômica depende de uma crise política que, por sua vez, está atrelada a processos investigativos e criminais. A política diante dos tribunais!
A crise política imobiliza atores e acirra conflitos por estes estarem envolvidos em ações penais e criminais. A política está sendo lida nas páginas policiais. Em uma situação deste tipo, o seu desenlace termina por depender de investigações policiais e do Ministério Público, e de seu julgamento pelos tribunais. Eis por que a crise econômica não tende a arrefecer, pois o seu desfecho se situa para além dela. O país está pego em um círculo vicioso.
Inegavelmente, as instituições brasileiras nas esferas judiciária, policial e do Ministério Público estão agindo republicanamente, não se curvando a injunções políticas e partidárias. O país vive uma Operação Mãos Limpas. Alguns acreditavam que tal processo não iria se perpetuar e, em algum momento, os tribunais superiores, sob pressão política, iriam anular a Operação Lava-Jato por questões processuais ou aliviar a situação dos grandes empreiteiros envolvidos via concessão de habeas corpus. Também sustentavam que os políticos de alto escalão seriam preservados.
Ora, sinalizações contrárias já vinham sendo dadas via não concessão de habeas corpus, e o próprio Supremo já autorizou operações de busca e apreensão em escritórios e residências de senadores importantes. As instituições republicanas estão sendo fortalecidas, com forte apoio da opinião pública. O cerco está se estreitando.
Contudo, mesmo aqui, já há um sinal amarelo se acendendo, consistente em uma interferência de tribunais e instâncias superiores neste trabalho, como se juízes, promotores e policiais tivessem chegado a seu limite. O ministro Ricardo Lewandowski suspendeu a análise de um processo da Lava-Jato até que o juiz Sérgio Moro esclareça a citação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, por um réu envolvido em uma delação premiada. Do ponto de vista jurídico, ele tem razão.
O perigo consiste em que não se trate apenas de um “esclarecimento”, mas de uma primeira trava à qual se seguiriam outras, dentre as quais a anulação do processo ou a liberação de prisão dos envolvidos. Seria a desmoralização completa do Judiciário, de consequências imprevisíveis.
O mesmo vale para a Corregedoria Nacional do Ministério Público, que acolheu pedido do ex-presidente Lula ao instaurar um procedimento disciplinar para apurar a conduta de Valtan Timbó Mendes Furtado, procurador responsável por sua investigação criminal. Teria ele cometido a imprudência de investigar as relações do ex-presidente com a empreiteira Odebrecht, o que seria provavelmente um crime de lesa-majestade! A política está aqui também adentrando o trabalho independente das instituições, acendendo outro sinal amarelo.
Um impasse deste tipo, de múltiplas facetas e condicionantes, exigiria uma autoridade política capaz de desatar esses nós que se enosam entre si. Ora, a presidente está, por sua vez, enosada em si mesma, com discursos incongruentes e práticas de governar que se contradizem entre si, sem nenhum reconhecimento de seus erros passados.
Sua aprovação de ótimo/bom de 7% perde para a inflação de 9%! Está praticamente isolada, além de ilhada em seu círculo íntimo. O momento exigiria uma atitude de estadista, voltada para um grande governo de união nacional. Se não mostrar competência e apetite para isto, o país continuará em um processo de crises sucessivas de maior ou menor intensidade ou deverá ela encarar os fatos e renunciar, em nome do Brasil.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e assinaem o Globo a coluna Opinião do em 27/07/2015

INSTABILIDADE SÓCIO ECONOMICA

O grande fluxo de informações que ocorre neste momento, busca chamar atenção para a falta de habilidade dos que comandam a economia e a politica nacional.
Justifica-se o momento vivido recentemente pela economia munidal, e que nosso país ou seus gestores não souberam aprovietar.
A expectativa fantástica gerada com os grandes eventos foram sucumbindo e a verdadeira oportunidade de outrora não foi aproveitada.
Durma-se com uma barulho destes.
Mas........

Olha a Crise aí. Definitivamente dá pra ver.

Para reverter crise, Via Varejo transforma lojas Ponto Frio em Casas Bahia

Entre os dias 29 de junho e 2 de julho, 30 unidades foram trocadas. Na segunda-feira, rede divulgou um prejuízo de R$ 13 milhões no 2º trimestre - 28/07/2015 - da revista Veja.

Loja das Casas Bahia
Via Varejo teve prejuízo líquido de R$ 13 milhões no 2º trimestre(Luciano Amarante/VEJA)
A Via Varejo, controlada pelo Grupo Pão de Açúcar (GPA), decidiu transformar 30 lojas da rede Ponto Frio em pontos da Casas Bahia. O número equivale a 8% da base do Ponto Frio, com cerca de 360 lojas. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, publicada nesta terça-feira, outras conversões para Casas Bahia não estão descartadas. A decisão tem o objetivo de usar melhor as marcas e ajudar a recuperar resultados financeiros. As 30 lojas foram trocadas entre os dias 29 de junho e 2 de julho.
Atualmente, a rede criada pela família Klein, de 713 lojas, tem pela primeira vez mais que o dobro do total de lojas Casas Bahia em relação a unidades Ponto Frio. Quando se uniu ao GPA, em 2009, o Ponto Frio tinha 455 unidades e a Casas Bahia, cerca de 550.
O presidente da Via Varejo, Líbano Barroso, nega, no entanto, a possibilidade de o grupo parar de operar a marca Ponto Frio. "Ela tem 'recall', tem força, tem público. Não consideramos essa possibilidade", afirmou.
No ano passado, 44 lojas do Ponto Frio foram fechadas e 27 abertas. Entre as 44 unidades, 36 deixaram de operar devido a um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para aprovar a fusão. Oito pontos do Ponto Frio fecharam as portas no ano passado devido à baixa performance.
Já em relação às Casas Bahia, foram 61 inaugurações em 2014 e seis fechamentos. Em 2015, foram abertas 21 unidades. Não foram abertas lojas Ponto Frio até junho.
Balanço - A Via Varejo teve prejuízo líquido de 13 milhões de reais no segundo trimestre, frente a lucro de 187 milhões de reais no mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na segunda-feira. No acumulado do primeiro semestre, a rede reportou um lucro de 226 milhões de reais, retração de 31,8% ante igual intervalo de 2014.
Ainda no acumulado do primeiro semestre deste ano, as vendas no Ponto Frio caíram 16,3% na comparação com igual período de 2014, chegando a 2,14 bilhões de reais. Nas Casas Bahia, a queda foi de 10,2% para 7,52 bilhões de reais.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Deputado em Devaneio - Música de João Luiz Corrêa

Depois de intensa batalha o relatório que defende a manutenção de rodeios foi aprovado.
A seguir manifestação do grande líder tradicionalista João Luiz Corrêa em seu blog:

Acaba de ser rejeitado o projeto que previa a extinção das provas de tiro de laço e outras modalidades praticadas com animais, nos rodeios de todo o Brasil. O relatório do deputado federal Afonso Hamm, que rejeitava a proposta, foi aprovado por unanimidade entre os parlamentares que integram a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
No ano passado, João Luiz Corrêa foi a Brasília acompanhado do deputado federal Afonso Hamm, e demais autoridades parlamentares e tradicionalistas, na luta pela manutenção dos rodeios crioulos e preservação de seus costumes e tradições. O projeto passará ainda pela Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Comissão de Turismo; e Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.
Em nota oficial emitida nesta manhã, “Hamm lembrou que o pedido para que assumisse a relatoria do projeto partiu do cantor tradicionalista, João Luiz Corrêa e do MTG do Rio Grande do Sul, presidido por Manoelito Savaris”.

AGRADECIMENTO

João Luiz Corrêa está muito feliz e grato ao deputado Afonso Hamm por ter aceito o desafio de assumir essa causa. “Agradeço muito ao Afonso Hamm pelo engajamento nesta causa, não só pelo meu pedido, mas pelo desejo de todos os gaúchos e gaúchas espalhados por esse Brasil. Vemos nos rodeios famílias inteiras, passando de pai pra filho as nossas tradições. Isso não pode acabar!”, disse o cantor.

CUIDADO COM OS ANIMAIS

Lembrando sempre que os rodeios crioulos seguem regras rígidas de proteção animal, penalizando gravemente o peão que por ventura pratique maus tratos.
Assista ao vídeo e ouça a música “Deputado em Devaneio” que tem letra de Arabi Rodrigues, melodia de João Luiz Corrêa e foi criada exclusivamente para a defesa da causa:




quarta-feira, 8 de julho de 2015

A FORMAÇÃO DE ATLETAS TERÁ SUPORTE

Afonso Hamm destaca aprovação da MP que cria fundo para formação de novos atletas


A Medida Provisória 671, que trata do refinanciamento das dívidas fiscais e trabalhistas dos clubes de futebol profissional, foi aprovada na noite de quarta-feira, no plenário da Câmara dos Deputados. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que integrou a Comissão Especial sobre o tema comemora aprovação do texto e destaca a inclusão de suas propostas no texto da medida.

Hamm conseguiu emplacar a sua proposta que cria o fundo de iniciação esportiva buscando recursos novos para contemplar todas as modalidades esportivas e o futebol. A Caixa Federal irá instalar a Lotex, loteria instantânea, e, o fundo será destinado para o fortalecimento das categorias de base. A ideia é que 10% dessas loterias sejam direcionados para o fundo de iniciação esportiva, através do Ministério do Esporte. Os recursos serão destinados para atender as atividades esportivas para trabalhar com crianças, com a educação associada ao esporte, com a inclusão social, com a formação de cidadãos e assim, oportunizando o descaminho das drogas e a formação de novos celeiros craques do futebol e das demais modalidades esportivas. “Serão recursos novos para estimular o jovem na prática esportiva”, argumenta.

O relator da MP, deputado Otávio Leite, destaca que incluiu a proposta do deputado no substitutivo porque se trata de recursos novos, através da raspadinha, que será utilizado pelo esteio da formação, em especial nas escolas. “Parabenizo o deputado Hamm que tem empreendido em prol dessa bandeira”, complementa.

Para que os clubes se beneficiem do refinanciamento das dívidas, a MP exige contrapartidas de gestão dos clubes como, contrapartidas como a limitação de mandatos e a comprovação de que está em dia com pagamento da dívida para não ser rebaixado no campeonato. Pelo texto, os clubes e federações esportivas que aderirem terão suas dívidas parceladas em 240 meses (20 anos), corrigidas pela taxa Selic.

Em vídeo: Otavio Leite e Afonso Hamm falam sobre a aprovação da MP 671
Entrevista em áudio 

Projeto que prevê proibição dos rodeios é rejeitado

Deputado Afonso Hamm comemora rejeição do Projeto



 
 
 
 
O Projeto de Lei 2086/2011, do deputado Ricardo Tripoli (PSDB/SP), que pretende proibir as provas de tiro de laço, vaquejada e outras modalidades praticadas com animais nos rodeios do Brasil, foi rejeitado na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O relatório do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que rejeitava a proposta, foi aprovado por unanimidade entre os parlamentares que integram a Comissão.

Hamm relata que a rejeição da proposta representa grande vitória da cultura, da tradição gaúcha e na preservação dos rodeios. “Os rodeios representam lazer, entretenimento e que renova as tradições. Além disso, movimenta as cadeias produtivas como criação de bovinos, cavalo crioulo e quarto de milha, utilizados para as provas”, observa Hamm ao ressaltar que o bem estar dos animais e os devidos cuidados com os mesmos são respeitados pelos organizadores das provas e participantes, porque caso contrário podem ser eliminados das provas e os organizadores receberem punições.

Durante pronunciamento, Afonso Hamm destacou a presença da presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) no Planalto Central, Loiva Calderan; o presidente da Confederação Internacional da Tradição Gaúcha, Dorvilio Calderan; o representante da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), Wilson Porto, a diretora cultural do MTG, Juliana Petroceli; o presidente da Associação Brasileira de Vaquejadas, Marcos Lima e assessor Nikson Rocha. Hamm lembrou que o pedido para que assumisse a relatoria do projeto partiu do cantor tradicionalista, João Luiz Corrêa e do MTG do Rio Grande do Sul, presidido por Manoelito Savaris.

Movimentação turística

Hamm comenta que esses eventos movimentam mais de R$ 2 bilhões e no país são realizados mais de 1.700 rodeios e que envolve mais de um milhão de pessoas. Somente no Rio Grande do Sul são realizados 400 eventos oficiais de rodeios.

Durante a votação, 12 deputados se manifestaram e parabenizaram o relatório elaborado por Afonso Hamm. Além disso, os representantes dos tradicionalistas também se manifestaram. Loiva Calderan diz que o relatório de Hamm, mantém a tradição gaúcha através dos rodeios”, opina a presidente ao salientar que os participantes e organizadores se preocupam com o bem estar dos animais e existe regulamentação das entidades para que isso seja cumprido. Além disso, todos os cuidados são observados, como a questão sanitária, a vacinação dos animais e os devidos cuidados de alimentação e presença de veterinários. Ainda ressalta que a rejeição desse projeto oportuniza seguir privilegiando o turismo interno, a economia do país, a cultura e a tradição.

O representante do MTG/RS, durante a votação, Dorvílio Calderan, destaca a satisfação dos tradicionalistas com a rejeição desse projeto e espera que também ocorra nas demais comissões de mérito. Wilson Porto e Juliana relatam que a luta continua e seguirão mobilizados cada vez mais para que esse aspecto cultural seja reconhecido e respeitado por todos.

O projeto ainda passará para Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Comissão de Turismo e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. 

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sábado, 4 de julho de 2015

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