quinta-feira, 20 de março de 2014

Pode atrapalhar concorrentes no Brasil

Chegada da Forever 21 pode atrapalhar concorrentes no Brasil

Se a marca conseguir manter seu modelo de negócios e os preços baixos, ela pode se tornar o pesadelo de lojas nacionais, dizem especialistas

Julia Carvalho/EXAME.com
Loja da Forever 21 no shopping Morumbi, em São Paulo
Forever 21: marca americana pode complicar a vida das lojas brasileiras

, de   - Varejo | 20/03/2014São Paulo – A rede de lojas Forever 21 chegou ao Brasil na semana passada prometendo manter seus baixos preços, semelhantes aos encontrados nas suas unidades no exterior, a todo custo. Se essa promessa for cumprida, a rede pode se transformar no maior pesadelo para as varejistas brasileiras.
Lojas de departamento nacionais como a Renner, aC&A e a Riachuelo já não são mais conhecidas por seus preços baratos. Em vez disso, elas estão apostando em parcerias com grandes marcas para conseguirem cobrar mais caro e atrair um público que normalmente não frequenta suas lojas.

A Forever 21, porém, traz as duas coisas: produtos de uma marca almejada, por ser estrangeira, e preços abaixo de todo o mercado. Ainda por cima, coloca produtos novos todos os dias nas prateleiras e costuma acertar nas tendências da moda.
“O consumidor brasileiro é muito infiel às marcas. Ele quer produtos de qualidade a preços justos, e irá migrar para qualquer loja que ofereça isso”, afirma José Roberto Martins, consultor de varejo da Global Brands.
Além disso, se tiver sucesso em seu modelo de negócio, a marca pode incentivar outras estrangeiras a vir para o Brasil, o que pressionaria ainda mais as brasileiras. A H&M, sua concorrente direta no mercado internacional, já anunciou sua vinda para terras tupiniquins e se juntará a GAP, Topshop e Zara na luta por uma fatia do valioso mercado brasileiro.
Sobe ou não sobe?
A grande dúvida, agora, é se a marca americana conseguirá manter os preços em patamares tão baixos por tempo suficiente para fazer tamanho barulho.
Muitos duvidam que isso realmente ocorra, já que os preços para o varejo no Brasil são mais altos do que em boa parte do mundo. Os varejistas pagam cerca de 8% de impostos sobre produtos nos Estados Unidos, enquanto no Brasil, a taxa chega a 35%.
Para redes que vêm de fora, há também o custo de importação, que chega a elevar em até 35% o preço dos produtos.
Quando chegou ao Brasil, em 1999, a Zara tinha uma faixa de preços semelhante à da Forever 21. Para conseguir sobreviver aqui, porém, ela teve que adaptar toda sua operação de estoques e logística, que funciona no mundo todo, e teve de aumentar seus preços. Hoje, compete mais com lojas de alto padrão do que com as redes fast fashion.
A Forever 21 enfrentará os mesmos desafios, e sabe disso. “Nós colocamos todos os custos e riscos na nossa conta, e prometemos manter nossos preços”, afirmou Kristen Strickler, a porta-voz da marca, em entrevista a EXAME.com na semana passada.
“A Forever 21 está contando esses custos extras do mercado brasileiro como um investimento, que será compensado no volume de vendas”, afirma Martins. 
Ainda é cedo para saber quais serão os reais efeitos de uma marca como essas para o varejo brasileiro. Por enquanto, há apenas uma loja no país, e o plano é abrir sete até o fim do ano – um número insuficiente para realmente afetar as estatísticas.
Mas se o projeto de expansão da Forever 21 for tão agressivo quanto sua política de preços, as marcas nacionais podem ter de se preocupar.

quarta-feira, 12 de março de 2014

IMPOSTO ÚNICO...FILOSOFIA DO DIREITO TRIBUTÁRIO...IMPOSTOS INJUSTOS NÃO...

CUIDADO....MUITO CUIDADO....!!!
Não são os impostos indiretos sobre o Consumo...a Poluição...os Vícios...que são altos e/ou estão ERRADOS.....!!!!
O que é incorreto , injusto , imoral e verdadeiramente ERRADO são os impostos  diretos sobre o Trabalho , a Poupança , a Produção e o Investimento...!!!!
O que DEVE SER ABOLIDO é o imposto de renda/rendimento sobre as PESSOAS  e sobre as EMPRESAS....!!!!
Os ESQUERDAS querem MAIS impostos diretos e mais perseguições pessoais...
Os LIBERAIS querem MENOS impostos e só de forma indireta...
E portanto não é um grande imposto sobre o carro poluidor ou sobre a gasolina  poluidora que deve ser combatido...MAS SIM o imposto sobre a renda/rendimento que deve ser ABOLIDO...!!!!
OS IMPOSTOS DIRETOS e PESSOAIS são uma TIRANIA INADMISSÍVEL....!!!
Se concorda partilha e/ou adere aos GRUPOS
IMPOSTO ÚNICO...FILOSOFIA DO DIREITO TRIBUTARIO...IMPOSTOS INJUSTOS  NÃO...
Por  manuel.ferreira82@yahoo.com.br

terça-feira, 11 de março de 2014

Cunha era mais forte do que imaginava Dilma; crise arranha Michel Temer, que sai enfraquecido do embate

Cunha era mais forte do que imaginava Dilma; crise arranha Michel Temer, que sai enfraquecido do embate

Cunha era mais forte do que imaginava Dilma; crise arranha Michel Temer, que sai enfraquecido do embate

Pois é… A prepotência de Dilma na relação com o PMDB acabou arranhando, e não foi pouco, até o vice-presidente da República, Michel Temer. Falei com um deputado peemedebista há pouco que, atenção!, nem é da turma do Eduardo Cunha (RJ), o líder do partido na Câmara; tem posições, digamos, um pouco mais à esquerda. E ele resumiu a coisa assim — na verdade, vou mudar um tantinho a declaração porque não é lá muito elegante: “O Michel não manda nem na empregada dele; na bancada da Câmara, então…”. A coisa pode não ser bem assim, e acho que o vice tem, sim, autoridade sobre a empregada. Já sobre a bancada do PMDB…
O manifesto assinado pelos deputados (ver post anterior) evidencia que é, como diria Lula antes de ficar sabido, “menas verdade” essa história de que Cunha fala apenas em seu próprio nome e não lidera ninguém. Não creio que o movimento em curso resulte em rompimento; maioria, para isso, não existe, mas o descontentamento é maior do que nunca. “Ah, olhem o Reinaldo dando piscadelas para o Eduardo Cunha!” Eu não!!! Ele é aliado, tecnicamente ao menos, de Dilma e do PT. Mas é fato que o petismo precisa parar com essa prática de pôr na boca do sapo qualquer um que ouse contestar seus altos desígnios.
Cunha não presta, representa o mau PMDB e é prejudicial à política, como querem os petistas??? Ora, eles que tomem, então, a inciativa de romper a aliança com o PMDB e que digam: “Ah, com essa gente, nós não queremos governar. Somos os bacanas, somos os éticos, somos aqueles que não fazem trocas políticas indecorosas”. Mas não fazem??? Os petisteiros poderiam, então, lançar um manifesto à nação em nome da ética na política — depois eles vão visitar Delúbio Soares, José Dirceu e João Paulo na cadeia. Sem essa! Eduardo Cunha deve ser jogado no colo do PT, não no meu. Eles é que são aliados.
Uma coisa é certa: o desdém com que os petistas e o Planalto tentaram tratar o deputado acabou saindo pela culatra. Ele só mobiliza o “baixo clero”, como andam a espalhar. Pois é… Então toda a bancada peemedebista na Câmara é baixo clero; então os mais de 250 deputados do tal “blocão”, quase metade da casa, são baixo clero. A confusão se estendeu ao Senado: Eunício Oliveira (CE) vai disputar o governo do Ceará e pronto! Há, sim, uma possibilidade de desbancar a família Gomes, que concorre à reeleição com Cid. Vital do Rego (PB) não aceitou o ministério que Dilma quis lhe dar. Pior: 11 diretórios do PMDB pedem antecipação da convocação da convenção com o ânimo de romper a aliança.
No Chile, onde Dilma disse a 367ª bobagem sobre política externa, uma tontice política também escapou. Segundo a presidente, o PMDB só lhe dá alegrias. A ser assim, então existem muitos motivos para comemorar, não é? Os peemedebistas se juntaram à oposição e aprovaram a convocação de Arthur Chioro, o ministro apaixonado, para falar sobre o salário miserável pago os semiescravos cubanos.
Os petistas querem que a imprensa lhes faça o favor de bater em Cunha em lugar deles para que o PT possa negociar a paz com Michel Temer. Já falei muitas vezes quando quis e quando achei que era o caso. Num Parlamento em que pertencem à oposição apenas 15% dos deputados e 19% dos senadores, um pouco de tensão não há de fazer mal nenhum, não é?
Parece que os peemedebistas estão dispostos até a investigar eventuais falcatruas na Petrobras. Tomara que os dois partidos não façam as pazes antes disso. Vai que saia um acordo, e um monte de sujeira acabe debaixo do tapete. Repito: o país ganha quando os dois partidos brigam; só perde quando eles se unem.
Por Reinaldo Azevedo em http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Economista da Mackenzie diz ao editor que indústria terá um ano de cão em 2014


O avanço de 2,9% da indústria em janeiro não pode ser interpretado como uma recuperação consistente do setor. 

. Foi o que mandou dizer esta tarde ao editor  o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian, que passou a seguinte explicação:

- O aumento pode ser explicado pela queda nos estoques decorrente de uma postura conservadora do setor industrial no último bimestre de 2013, diante da incerteza sobre a economia. Em dezembro, a queda do setor industrial foi de 3,7%. Isto significa que o ano de 2014 será difícil para o setor industria, diante dos efeitos da política monetária contracionista sobre o consumo e o investimento e da pressão nos custos de insumos causada pela desvalorização cambial dos últimos meses.

Lula e a tolice monumental dita a um jornal italiano. Ou ainda: A mentira sobre o terrorista Cesare Battisti

Lula concedeu uma entrevista ao jornal italiano La Repubblica e afirmou que emprego é mais importante do que baixar a inflação. É uma tolice monumental, a exemplo de outras que costuma dizer. É tolo simplesmente porque essas não são coisas opostas nem permutáveis; ou seja: nem se deve considerar que gerar empregos é o polo oposto do controle da inflação nem se deve considerar que, em certas circunstâncias, pode-se escolher uma coisa em detrimento da outra.
É o tipo de juízo cretino, fanfarrão, que pretende jogar no colo dos críticos da política econômica a pecha de defensores do desemprego. O Brasil já voltou a ter taxa real de juros mais alta do planeta. O crescimento brasileiro já é modestíssimo. E uma inflação incômoda está aí, renitente. Porque é da natureza de um modelo ancorado no consumo, com baixa produtividade, gastos excessivos do governo e pouco investimento. De resto, é preciso deixar claro: o país tem gerado empregos de baixa qualidade.
Lula cometeu ainda algumas outras impropriedades. Disse ao jornal italiano, por exemplo, que manteve no Brasil o terrorista Cesare Battisti porque respeitou uma decisão da Justiça. É mentira! Mentira das grossas!
O Supremo Tribunal Federal considerou ilegal a concessão de refúgio a Battisti. Mas, numa segunda votação, esta sim, estupefaciente, afirmou que caberia ao presidente a última palavra sobre sua permanência no Brasil. E Lula decidiu que ele deveria ficar. Logo, a verdade é esta: ele desrespeitou a Justiça ao manter no país alguém cujo refúgio foi considerado ilegal. Sobre o petista Henrique Pizzolato, afirmou que é preciso respeitar a decisão da Justiça italiana. É evidente que ele está torcendo para que o homem fique por lá mesmo. Afinal, é um arquivo vivo.
Quando fala a estrangeiros, Lula gosta de posar de moderno e democrata. Disse que Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela, errou ao não dialogar com a oposição. É mesmo? A política externa brasileira é uma das áreas do governo mais influenciadas pelo lulismo. Em vez de censurar Maduro, o Brasil resolveu endossar uma nota criminosa de apoio ao tiranete assinada pelo Mercosul — ora presidido pela Venezuela. Pior: votou contra o envio de observadores da OEA ao país.
Indagado sobre os protestos de rua, que podem acontecer durante a Copa, afirmou que isso tudo é coisa da democracia; que, como ex-líder sindical, não poderia condenar as manifestações. Pois é… Ele sabe que o pior da eventual repressão aos excessos ficará por conta das Polícias Militares dos Estados, não é? Elas que se virem!
Indagado se ainda pode concorrer à Presidência, acenou com a possibilidade de voltar a disputar em 2018. É, eles não pretendem largar o osso tão cedo.
Por Reinaldo Azevedo

EXPOCIJA 2014 - A EXPECTATIVA É DE MAIS UM GRANDE EVENTO

Veja a programação:



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Mercado reage de maneira positiva a comunicados do Governo Federal

O COPOM, em reunião realizada ontem, 26/02/2014, divulgou a nova meta da taxa de juro, a Selic. Como esperado foi decidida uma elevação da taxa em 0,25 ponto percentual, chegando aos 10,75% ao ano confirmando as expectativas de desaceleração do ritmo de alta da taxa básica, e com a decisão a Selic volta ao mesmo patamar do início do governo Dilma. A alta mais moderada da taxa se deve aos números divulgados para a atividade econômica (PIB) que sofreram uma onda de revisões para baixo nas últimas semanas o que acaba por levar a uma redução da projeção para a inflação. O que também colaborou para a decisão foi a expectativa de que o Banco Central norte-americano não realize um aperto em sua política monetária tão cedo, o que poderia levar a uma fuga de capitais do Brasil, e de outros países emergentes, em direção aos Estados Unidos. Outro fator que deu um respiro para o Banco Central foi a taxa de câmbio que vem apresentado um movimento de apreciação frente ao dólar, causando um menor impacto sob a inflação.
Em relação ao mercado, o segmento de renda fixa se comporta de maneira bem positiva em fevereiro. Os principais indicadores apresentam elevadas altas no mês, onde o IMA-B 5+, por exemplo, vem apresentando um retorno de 5,43%. O IMA-B acompanha a trajetória de alta com uma variação positiva um pouco menor, de 4,31% no mês. Em certa medida o melhor comportamento do mercado se deve a divulgação do plano de contingenciamento orçamentário feito pelo governo federal que propôs uma redução de R$ 44 bilhões dos gastos públicos federais, elevando o saldo primário (antes do pagamento de juros) em quase R$ 23 bilhões, além da promessa do Ministério da Fazenda de alcançar um superávit primário de 1,9% do PIB em 2014. Com a comunicação das medidas houve uma reação positiva do mercado, expressa na queda das taxas futuras de juros, a NTN-B com vencimento em 2050 que chegou a ser oferecida no Tesouro Direto com taxa de até 7,08% em 4 de feverei ro, fechando ontem (26) em 6,70%. As medidas divulgadas também causaram um fortalecimento do real frente ao dólar. Em nossa concepção, a procura por títulos públicos, oriundas de captação de recursos dos Bancos do Brasil e Caixa Econômica Federal para compor novos fundos de condomínio fechado também impulsionaram a melhora dos valores de mercado desses TPF´s. Importante pontuar que caso as medidas informadas pelo governo não se concretizem as fortes oscilações negativas podem voltar com mais força em um futuro não muito distante, levando em conta que o cenário ainda é de vulnerabilidade para os diversos segmentos do mercado financeiro.
Indicadores financeiros em 31/01/2014
Indicador
No mês
Acumulado
INPC (índice nacional de preços ao consumidor)
0,63%
0,00%
IPCA (índice oficial de inflação)
0,55%
0,00%
Taxa de Meta Atuarial atrelada ao INPC + 4% a.a.
0,95%
0,00%
Taxa de Meta Atuarial atrelada ao INPC + 6% a.a.
1,11%
0,00%
Taxa de Meta Atuarial - IPCA + 4% a.a.
0,87%
0,00%
Taxa de Meta Atuarial - IPCA + 6% a.a.
1,03%
0,00%
Dicas do OnFinance
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As informações aqui contidas são oriundas do mercado financeiro e ajustadas a lançamentos realizados pelo gestor financeiro do RPPS.
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