quinta-feira, 4 de junho de 2015

DEPUTADO RECEBE LIDERANÇAS E PARTICIPA DE ATIVIDADES NA CAPITAL DA REPÚBLICA

Prefeito de Restinga Sêca reivindica nova emenda ao deputado Afonso Hamm

362015164551.jpgO prefeito de Restinga Sêca, Mauro Schunke esteve no gabinete do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), durante a Marcha dos Prefeitos a Brasília, entregando alguns pleitos. O líder do executivo estava acompanhado do vereador Neir Machado.

No município, Hamm conta com apoio do vereador progressista Lauro Roberto Marquet. Para o município o deputado já destinou emendas para atender as áreas da agricultura e do turismo.

Na reunião, o parlamentar recebeu nova reivindicação de emendas para atender o setor rural, visando aquisição de maquinários e equipamentos agrícolas. Segundo Schunke, a pretensão com a disponibilidade dos maquinários será para promover melhoras nas estradas vicinais, contribuindo com melhor escoamento da produção.


Pronunciamento da Marcha dos Prefeitos: Vídeo e Texto



Plano de Trabalho de Extensão Rural é aprovado pelos integrantes da Frente Parlamentar

362015163030.jpgDeputado Afonso Hamm sugere realização do primeiro Seminário no Rio Grande do Sul

A diretoria da Frente Parlamentar de Assistência Técnica e Extensão Rural definiu na terça-feira, dia 2, o Plano de Trabalho da Frente. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que coordena a região sul na Frente Parlamentar, participou da reunião. Além dos parlamentares, também participaram da reunião, o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (ASBRAER), Argileu Martins e da Federação dos Trabalhadores no Brasil da Extensão Rural (FAZER), Manoel Saraiva.

Entre as ações do plano de trabalho, apresentadas pelo presidente da Frente, deputado Zé Silva (Solidariedade/MG), destacam-se a criação do Conselho consultivo e a criação da agenda anual. Cinco regiões serão palco para a realização de encontros, denominados “A ATER que queremos, e, a ATER que o Brasil precisa”. Os seminários terão como enfoque a Pesquisa, Extensão Rural e Inovação Agropecuária. No final de cada evento, será elaborada uma carta com intuito de integrar o documento final sobre os anseios do setor. O material será entregue as autoridades competentes.

Afonso Hamm sugeriu que o primeiro seminário seja realizado na Emater-ASCAR do Rio Grande do Sul, que completou no dia 2 de junho, 60 anos. Além dos encontros regionais, também serão realizadas, no mês de outubro, exposições, sessão solene e audiências públicas na Câmara dos Deputados, para assinalar os 68 anos da extensão rural. Na oportunidade, foi ressaltada a expectativa do governo federal anunciar a diretoria da Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e as diretrizes de trabalho. “A Frente de ATER não abre mão de ter um extensionista na direção da Anater", declarou Zé Silva.

Plano Safra

O governo federal lançou na terça-feira o Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, com investimentos de 187, 7 bilhões, sendo R$ 38,2 bilhões para investimentos e R$ 149,5 bilhões para custeio e comercialização. Os parlamentares lamentaram que o setor da extensão rural não tenha sido contemplado neste plano.



Deputado Afonso Hamm recebe convite para o Congresso Brasileiro de Agronomia

362015163633.jpgO deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) recebeu em seu gabinete, o presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná (FEAPr), engenheiro agrônomo Luiz Antonio Lucchesi e o representante da Ceres Eventos, Marcos Roberto Marcon.

Na oportunidade, o deputado recebeu o convite para participar do XXIX Congresso Brasileiro de Agronomia, que será realizado de 4 a 7 de agosto, em Foz do Iguaçu – PR. O evento, que terá como enfoque, os desafios e oportunidades profissionais, é organizado pela FEAPr e pela Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (CONFAEAB).

Hamm, que é engenheiro agrônomo, destaca a importância desse evento para debater as principais ações da categoria, além da legislação pertinente ao setor e assuntos de relevância para a profissão.



Deputado Afonso Hamm prestigia evento da suinocultura em Brasília

362015162837.jpgA semana em Brasília foi assinalada pela posse do novo Conselho Administrativo da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e a e instalação da Frente Parlamentar Mista da Suinocultura. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) participou do evento.

A ABCS tem como presidente Marcelo Lopes e a presidência da Frente Parlamentar ficou a cargo do deputado federal Covatti Filho (PP-RS)

Hamm, que integra a Frente Parlamentar, é autor do Projeto de Lei 4195/12, que torna a carne suína obrigatória nos cardápios das refeições fornecidas pelo programa de alimentação escolar nas escolas públicas. O projeto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados e tem como relator o deputado Covatti Filho.

Além da carne suína, o projeto também determina a inclusão nos cardápios escolares de fontes de proteína animal variadas, como pescado, carne de aves, bovina ou suína.

Para o autor da proposta, o fornecimento de carne suína nas escolas propiciará melhor qualidade de vida aos estudantes e a garantia de escoamento da produção aos produtores da carne, sendo benéfico para todos. “Os suinocultores do país têm condições de fornecer, nos cardápios, no mínimo uma vez por semana, uma carne saudável, em todas as escolas da Unidade da Federação, em âmbitos estadual e municipal”, sintetiza.


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www.afonsohamm.com.br  - facebook.com/depafonsohamm
Jornalista responsável – Márcia Godinho Marinho – MTB 10.868 – (61) 3215-5604

segunda-feira, 2 de março de 2015

História - Brasil Colônia - Parte 1 - 3 - Boris Fausto

O Brasil Império - por Bóris Fausto (02/07)

O Brasil império (Mais História do Brasil por Bóris Fausto - parte 02)

O Brasil colonial - Um pouco da história de nosso país.

Em um ano, partidos políticos perderão sigilo bancário

Os partidos políticos têm um ano para se adaptar a regras mais rígidas de prestação de contas partidárias. De acordo com resolução (23.432/14) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os partidos deverão apresentar extratos bancários mensalmente, com toda a movimentação de suas contas correntes.

Renato Palet
Política - Eleições - Partidos políticos
Os doadores deverão ser identificados e haverá limite de gastos em espécie.
A medida, na prática, acaba com o sigilo bancário dos partidos. Cada legenda deverá abrir três contas específicas, de acordo com a origem do dinheiro recebido: do fundo partidário, de doações para campanha, e de outras atividades, como aluguel e realizações de eventos.
De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95), aprovada em 1995, as legendas têm até 30 de abril para a prestação de contas do ano anterior. Mas, em entrevista ao Portal do TSE, o chefe da unidade de contas partidárias, José Carlos Vieira, lembra que a resolução dá um prazo maior para os partidos se adaptarem às novas regras.
"Essa resolução entra em vigor a partir de 2016, com entrega a partir de abril de 2017. Para os diretórios municipais, a entrega prevista é para abril de 2018, relativa ao exercício de 2017", explica.
Os extratos eletrônicos deverão registrar toda a movimentação financeira dos partidos, além de identificar o autor do depósito. Os recibos de doação poderão ser emitidos a partir da página do TSE, na internet, e vão trazer advertências para o doador não extrapolar os limites de valor fixados em lei.
Vieira ressalta que a resolução do tribunal permite a criação de um fundo de caixa para pequenos gastos. "Foi estabelecido um limite mensal para que o partido fizesse esses pagamentos de pequeno vulto em espécie. Além do limite de R$ 5 mil por mês, há um limitador em relação ao total das despesas do exercício anterior. O partido não pode gastar, em espécie, um valor que supere 2% das despesas do ano anterior".
Presidente do Democratas, o senador José Agripino (RN) elogiou a resolução, mas não a considera uma medida capaz de combater casos de corrupção, como os que envolvem atualmente a Petrobras, empreiteiros e políticos.
"Transparência nos gastos dos partidos é obrigação, não precisa norma para isso”, afirmou. “Mas que não se venha a entender que essa atitude é um combate à corrupção".
A resolução do TSE também proíbe o uso de recursos do fundo partidário para a quitação de multas relativas a atos infracionais e ilícitos penais, administrativos ou eleitorais.


Reportagem - José Carlos Oliveira
Edição – Daniella Cronemberger

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'




Confira a RESOLUÇÃO Nº 23.432 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 1581-56.2014.6.00.0000 – CLASSE 26 – BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Henrique Neves Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Regulamenta o disposto no Título III da Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995 – Das Finanças e Contabilidade dos Partidos. 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Alerta máximo

Membro da Empiricus Roberto Altenhofen, especialista em investimentos manifesta e reitera sua preocupação sobre o mercado finaceiro.

Alerta máximo
Dia novo, revés de sempre.
O petróleo enfrenta  sua quarta sessão consecutiva de perdas, levando as cotações do óleo bruto abaixo de US$ 50 por barril, em meio a rumores de crescimento do nível de estoques americanos da commodity.
Todo o tipo de alerta é válido aqui.
Não bastassem as consequências diretas sobre a economia brasileira e especificamente sobre a Petrobras, um petróleo neste nível acende o sinal amarelo para potenciais consequências geopolíticas desastrosas.
Imagine o que um conflito geopolítico ou ataque a regiões produtoras poderia ocasionar  às cotações... Uma disparada que, desse jeito, é melhor que fique na imaginação.
Lembrando que países do Oriente Médio e Rússia estão entre os principais produtores, fortemente impactados pela queda nas cotações.
Não são regiões conhecidas por sua tolerância, ou estabilidade emocional.

Sim, o pré-sal está em risco
Diante da desaceleração de consumo combinada à negativa da Opep em cortar a produção e ao boom do gás de folhelho (shale gas) no Golfo do México, o petróleo foi abaixo de US$ 70 por barril no início de dezembro do ano passado...
À ocasião, escrevi aqui que “o pré-sal está em risco”. Naturalmente, fui novamente taxado de terrorista.
Para acalmar os ânimos, interlocutores do governo afirmaram que, para cobrir o custo de capital do pré-sal, a Petrobras estaria “protegida” até o petróleo a US$ 45 por barril.
E agora, com o petróleo abaixo de US$ 50, quem poderá defender a viabilidade econômica do pré-sal?
Lembrando que, independentemente da flutuação dos preços, as cotações atuais da commodity já alteram substancialmente o cenário de investimentos projetado pela estatal.
E, em linhas gerais, US$ 40 por barril seria algo alinhado à média histórica de preços. Pu seja, pegamos o pico do ciclo e achamos que ia durar pra sempre.
O Plano de Negócios da Petrobras para o intervalo de 2013 a 2017 toma por base um petróleo estabilizado a US$ 100 por barril no longo prazo, o dobro do valor atual.

Entre formadores e tomadores
A inversão do ciclo das commodities é o assunto do dia. Enquanto a ação da Petrobras volta para a cotação de 10 anos atrás, os papéis da Vale encontram algum alívio, e sobem bem neste início de ano.
O propulsor da vez são as notícias de que o governo chinês está acelerando um pacote de US$ 1 trilhão de investimentos em projetos de infraestrutura como forma de devolver dinamismo ao ritmo de crescimento da economia local.
Após sete dias seguidos de alta, o preço do minério de ferro no mercado à vista chinês sofre ajuste, mas se sustenta acima de US$ 70 por tonelada.
A grande questão aqui é que, diferentemente da Petrobras, uma tomadora de preços, Vale é formadora de preços.
Maior produtora mundial da matéria-prima em um mercado extremamente oligopolizado, Vale possui grandes vantagens de escala e no longo prazo ganha mercado dos produtores de alto custo com a queda dos preços.
Por sua vez, a Petrobras está à mercê da Opep. Como os países-membro são produtores de baixo custo, têm a rentabilidade de seus projetos menos comprometida com a queda das cotações da commodity do que produtores em ascensão, como Golfo do México ou mesmo o pré-sal brasileiro.
Isso ajuda a explicar porque, diante da queda abrupta nas cotações, a Opep insiste em manter o nível de oferta da commodity.
Petro? A(s) verdadeira(s) oportunidade(s)
Tenho sido perguntado infinitamente sobre a oportunidade com as ações da Petrobras.
As ações da estatal foram da casa de R$ 40 a R$ 8 em intervalo de cinco anos, o que naturalmente desperta o olhar de parte relevante do mercado. Somente no ano passado, a estatal brasileira perdeu R$ 65,5 bilhões em valor de mercado.
Reconheço, não tem como passar indiferente a variações deste tamanho.
Ao longo dessa trajetória, foram comuns os alertas de grandes bancos de investimentos e analistas com bom trânsito junto à mídia especializada sugerindo oportunidade de compra para as ações.
Foram seguidas recomendações neste sentido quando as ações estavam cotadas a R$ 25, depois a R$ 20, depois a R$ 15, quando atingiram R$ 10…
Não resta dúvida de que os papéis estão baratos em relação ao histórico, mas o barato não fica caro por livre e espontânea vontade.

E, infelizmente, ainda não parece haver qualquer gatilho capaz de promover uma disparada consistente das ações.